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Revisão ATTACK SHARK Mouse para jogos sem fio R1, conexão de três modos (2,4G/com fio/BT5.2), 55 g leve, sensor óptico DPI 18K, HUYU 20 milhões de vida útil das chaves, design ergonômico, para: O melhor custo-benefício de entrada para pegadas ergonômicas.

Redação AnalisaMelhor26 de maio de 20264 min de leitura
ATTACK SHARK Mouse para jogos sem fio R1, conexão de três modos (2,4G/com fio/BT5.2), 55 g leve, sensor óptico DPI 18K, HUYU 20 milhões de vida útil das chaves, design ergonômico, para
Publicado em 26 de maio de 2026Atualizado em 26 de maio de 2026

O Attack Shark R1 é a porta de entrada perfeita para jogadores casuais e competitivos iniciantes que buscam um formato ergonômico consolidado sem gastar os valores altos cobrados por marcas tradicionais. Com um design claramente inspirado no formato do Razer DeathAdder V3 Pro — embora em dimensões ligeiramente reduzidas —, ele atende muito bem a quem prioriza conforto prolongado e um chassi leve. No entanto, devido às limitações do seu sensor de entrada, o mouse não é recomendado para entusiastas e profissionais de eSports que exigem rastreio impecável em taxas de atualização e acelerações extremas.

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Prós

  • Encaixe muito confortável para mãos médias
  • Estrutura firme que não range ao apertar
  • Cliques nítidos com boa resposta tátil
  • Bateria com ótima duração para uso diário

Contras

  • Leve perda de precisão em movimentos extremamente rápidos em DPIs altos
  • Skates de fábrica finos que podem parecer um pouco ásperos no deslize

Desempenho prático e design ergonômico

O principal trunfo do Attack Shark R1 está no seu formato assimétrico, que acomoda de forma natural a mão direita e dá excelente suporte para a palma da mão. Na prática, jogadores que adotam a pegada Palm ou Claw encontram aqui um chassi sólido. Mesmo sendo um mouse de baixo custo, a estrutura é firme e passa facilmente pelo "squeeze test" (apertar as laterais com força), não apresentando rangidos que atrapalhariam a imersão.

Vale notar que, embora a caixa indique 55 gramas, o peso real do periférico com a tampa do adaptador guardado gira em torno de 59 gramas, o que ainda é excelente para preservar a agilidade em jogos de tiro e evitar a fadiga do pulso após horas de gameplay. Sob o capô principal, o modelo vem equipado com os switches mecânicos Huano White Dot (que a fabricante costuma descrever como "HUYU"). Eles entregam cliques muito táteis e precisos. Em paralelo, o scroll utiliza um encoder da TTC que garante degraus marcados, proporcionando a resistência exata na hora de trocar de armas ou acionar habilidades no jogo. A ressalva principal do uso diário vai para os skates (pezinhos de deslize) originais, que são um pouco finos; jogadores mais exigentes costumam substituí-los por adesivos de PTFE puro para melhorar a fluidez em mousepads.

A verdade sobre a precisão do sensor PAW3311

É crucial alinhar expectativas quanto ao desempenho técnico deste modelo. O material de marketing destaca um sensor de "18.000 DPI". Entretanto, o Attack Shark R1 utiliza o sensor óptico de entrada PixArt PAW3311, que possui uma resolução máxima nativa de 12.000 DPI. Qualquer configuração acima dessa margem é alcançada digitalmente via interpolação de firmware, o que fatalmente introduz ruído e inconsistência no rastreamento do ponteiro.

Para extrair o melhor deste equipamento, o usuário deve manter as sensibilidades em faixas padrão e mais estáveis (como 400, 800 ou 1600 DPI), comuns entre a comunidade de FPS. Nessas configurações nativas, com a taxa de atualização configurada em 1000 Hz, o chip de conexão sem fio Broadcom garante uma comunicação limpa, com respostas instantâneas na tela, sem atrasos perceptíveis via adaptador USB de 2.4 GHz.

Perfil ideal de comprador

A aquisição do Attack Shark R1 faz todo o sentido se você possui mãos médias a pequenas e procura seu primeiro mouse gamer sem fio ultraleve. O custo-benefício é excelente para quem joga moderadamente e valoriza a liberdade de alternar as conexões entre o PC gamer no dongle USB e o notebook de estudos pelo Bluetooth 5.2.

Em contrapartida, ele não vale o investimento para jogadores focados no cenário altamente competitivo que precisam de microajustes microscópicos sem margem para falha na leitura. Se você tem mira extremamente rápida ("flicks" constantes de alta exigência), faz questão de iluminação RGB, ou busca polling rates absurdos de 4K ou 8K, será necessário buscar produtos de prateleiras superiores (como sensores PAW3395 ou superiores).

Ficha técnica

  • Modelo: Attack Shark R1
  • Peso real: 59g ± 3g
  • Dimensões: 123 × 64 × 41 mm
  • Sensor: PixArt PAW3311 (Óptico)
  • Resolução máxima: 12.000 DPI nativos (interpolável até 18.000 DPI)
  • Taxa de atualização (Polling rate): Até 1000 Hz
  • Velocidade máxima de rastreamento: 400 IPS
  • Aceleração máxima: 40G
  • Conectividade: Tri-modo (Dongle 2.4 GHz, Bluetooth 5.2, USB-C com fio)
  • Bateria: 300 mAh (estimativa de até 65 horas)
  • Switches principais: Huano White Dot (vida útil de 20 milhões de cliques)
  • Encoder do scroll: TTC tátil

Recursos extras

Para manter o baixo custo de fabricação, esticar a duração da pequena bateria de 300 mAh e reduzir o peso geral, o Attack Shark R1 dispensa qualquer painel ou fita de iluminação RGB estética na sua construção. O único ponto luminoso do equipamento é um discreto LED indicador situado logo atrás do scroll, que acende momentaneamente em cores pré-estabelecidas para mostrar o nível de DPI que acabou de ser selecionado pelo usuário. Na parte inferior, uma chave seletora mecânica permite transitar com agilidade entre as três opções de conectividade suportadas.